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O que fazemos

Acolhemos e garantimos direitos como saúde, alimentação, lazer, educação cultura, convivência familiar e comunitária. Contribuímos para o processo da formação humana e desenvolvimento de crianças, adolescentes e suas respectivas famílias.

A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA PARA A VIDA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

A expectativa é de que as famílias realizem o cuidado, a proteção, o afeto, a educação e estabeleçam vínculos relacionais com afetividade e reciprocidade, capazes de promover qualidade de vida satisfatória a seus membros. Entretanto, estas expectativas são possibilidades e não garantias, pois este contexto pode apresentar-se ora fortalecedor, quando o cuidado, o afeto e a proteção aos seus membros são proporcionados, ou esfacelador, quando os papéis não são exercidos de forma a garantir os cuidados necessários para que a família seja um lugar acolhedor. A família também assume um papel primordial para o desenvolvimento do indivíduo. A partir do nascimento de uma criança, a família se torna o seu primeiro núcleo de socialização. Os seus primeiros anos de vida são marcados pela dependência do ambiente e daqueles que dela cuidam. Nesse contexto, o relacionamento estabelecido com os pais torna-se fundamental para o desenvolvimento afetivo, físico e psicológico da criança. Os especialistas em desenvolvimento humano dão ênfase à grande importância dos primeiros anos de vida, da segurança, do afeto e nos cuidados dispensados que serão determinantes e fundamentais para a formação da criança, como ser em peculiar situação de desenvolvimento. A família é primordial, pois é nela que a criança deve encontrar alimento, segurança, equilíbrio, afeto, cuidados individuais e garantia dos direitos fundamentais conforme preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). É a partir da família que poderá surgir ou não a capacidade da criança de construir novos vínculos, para desenvolver autoconfiança e auto-estima e para se tornar autônoma no futuro, quando necessitará ter autocontrole e capacidade para tolerar frustrações e angústias. Sendo assim, a família tem papel essencial junto ao desenvolvimento da socialização da criança e do adolescente. É ela quem fará a “ponte” entre a criança e o mundo que a cerca, auxiliando sua inclusão na comunidade garantindo assim a convivência comunitária, fazendo com que absorva regras, limites e proibições necessárias à vida em sociedade. Portando, a maneira como esta “ponte” é construída pela família, será determinante para a formação do modo de ação e reação da criança no decorrer do desenvolvimento de sua personalidade. Porém, nem sempre a família desenvolve suas funções de forma adequada, e consequentemente ocorrem as violações dos direitos das crianças e dos adolescentes.

O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - ECA

O ECA, foi o marco da mudança de paradigma de uma visão reduzida em torno da criança e do adolescente e de uma situação irregular do atendimento. Este documento legal estabeleceu a Doutrina da Proteção Integral, que significou o reconhecimento da criança[1] e do adolescente[2] como sujeitos de direitos e deveres, como pessoa em fase de desenvolvimento. Esta Lei, destina-se às crianças e adolescentes, independente da sua classe social, raça-etnia, sexo e credo religioso e surgiu para regulamentar o dispositivo do art. 227 da Constituição Federal de 1988 e acrescentou como obrigação da família, da sociedade e do Estado, assegurarem com total prioridade, os direitos fundamentais das crianças e dos adolescentes Os avanços no atendimento à criança e ao adolescente, a partir do ECA, foram significativos e inúmeros, vejam alguns deles: · Direito à vida e à saúde · Direito à educação, lazer, profissionalização, convivência familiar e comunitária · Direito ao respeito, dignidade e liberdade · A expressão “menor” dá lugar à nomenclatura “Criança e Adolescente”, que traduz respeito e incorpora o sentido real dos sujeitos humanos; · Os adolescentes em conflito com a Lei, tornam-se destinatários de medidas educativas e tem garantias individuais e coletivas até então exclusivas para adultos; · As crianças e adolescentes em situação de risco pessoal e ou social passam a ter seus direitos garantidos a partir da Medida Protetiva de Acolhimento Institucional.

O TRABALHO REALIZADO COM AS FAMÍLIAS DAS CRIANÇAS ACOLHIDAS

Quando uma criança ou um adolescente chega a uma unidade de acolhimento institucional, a equipe técnica composta por assistentes sociais e psicólogos, inicia o processo de Estudo de Caso que tem por finalidade compreender o contexto familiar em que esta criança e ou adolescente estava inserido, bem como identificar os motivos que ocasionaram o acolhimento. A partir desse estudo é que se pode compreender as fragilidades e ou vulnerabilidades desta família que contribuíram para o acolhimento, podendo ser violência física, psicológica, sexual, negligência, abandono e outros. Diante disso, essas famílias são encaminhadas para a rede de saúde, educação, trabalho, assistência social, curso profissionalizante, para que ela se fortaleça e supere as vulnerabilidades, e seja avaliada a possibilidade de retorno familiar da criança e ou adolescente acolhido. No Colmeia Unidade Adolescente, principalmente quando o retorno familiar não é possível, a equipe técnica realiza um trabalho focado na autonomia e no protagonismo, responsável pelos seus atos, dessas adolescentes para que esta consiga após os 18 anos de idade assumir a maternidade e gerir sua própria vida.

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